Há alguns dias, postei aqui uma notícia:Cientistas ingleses revelam que “Ponto G” não existe.
Agora veio essa nova:
Franceses estão determinados a achar "Ponto G"
Esses franceses são espertos!!!
Os ingleses não perceberam que o melhor é procurar, e procurar, e procurar...
Na verdade, os franceses dizem terem achado,
sabem o tamanho e até como ampliá-lo.
Por R$ 2.000, dobram seu tamanho. (Seria barato se não fosse pra durar só 3 ou 4 meses!!)
Continue lendo (ou veja a matéria original) pra ver a até onde os franceses estão empenhados...
"Eis que o Ponto G, sepultado no início do ano por cientistas britânicos, ainda respira. Do outro lado do Canal da Mancha, uma equipe de ginecologistas franceses se empenha para provar que a zona erógena feminina vai muito além de uma "ideia subjetiva", como havia sugerido a pesquisa do King's College.
Organizadora de um encontro de ginecologistas em Paris, realizado na semana passada, Sylvain Mimoun apresentou uma pesquisa revelando que 60% das mulheres afirmam ter o Ponto G - embora 90% não saibam encontrá-lo. Os médicos franceses ainda sugerem que a interação com a área tão procurada pode torná-la mais "funcional". E não resistiram a fazer galhofa dos colegas britânicos, que procuraram o ponto mítico em 1.800 gêmeas idênticas.
- O estudo do King's College mostra uma desrespeito com o que dizem as mulheres - zombou o cirurgião francês Pierre Foldes. - As conclusões foram completamente errôneas por terem se baseado somente em observações genéticas. É claro que há variações na sexualidade feminina. Ela não pode ser reduzida a respostas como sim ou não, ligado ou desligado.
O ginecologista Odile Buisson emendou:
- Não quero estigmatizar, mas acho que os protestantes, liberais e anglo-saxões são muito pragmáticos. Para eles, tudo precisa ter uma causa, um gene. É totalitário demais.
O Ponto G esteve no centro das discussões comandadas pelos ginecologistas franceses. A zona erógena, segundo eles, teria entre 2,5 e 5,1 centímetros. Ainda de acordo com a conferência de Paris, as mulheres pensam em sexo, em média, uma vez por dia.
Cirurgia de ampliação custa até R$ 2 mil
Os últimos estudos sobre a mais procurada das regiões têm sido, no mínimo, inconclusivos. Dois anos antes de os britânicos decretarem o fim do Ponto G, o pesquisador italiano Emmanuele Jannini afirmou tê-lo localizado com ultrassom. Jannini convenceu 20 mulheres a participar da pesquisa. Aquelas que revelaram ter orgasmo contavam com uma pequena área de tecido mais espesso na parede interna de suas vaginas - estrutura ausente nas demais.
Nas clínicas inglesas, o Ponto G não só existe, como pode ser ampliado. A injeção de colágeno na zona erógena, dobrando seu tamanho, custa cerca de R$ 2 mil. Mas os resultados só duram três ou quatro meses. "

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